Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
  • Duração: 350:54:55
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Informações:

Sinopse

Bem vindo(a) ao Jornal do Agronegócio Paracatu Rural. Nele apresentamos notícias e informações técnicas para o público ligado ao campo, seja grande produtor, produtor familiar, profissionais do agro, ou até mesmo àqueles que gostam do assunto. Ainda difundimos a importância do agronegócio para todo o Brasil, bem como ações de manejo ambiental consciente. Entre em contato. Receba notícias no seu whatsapp. Participe de nossos grupos. Francys de Oliveira(38)9-9181-0123

Episódios

  • Milho 2026 vs 2027: A janela de oportunidade de 13% que o mercado abriu.

    03/06/2026 Duração: 05min

    O mercado do milho em Chicago enfrenta uma semana de ajustes. Com o suporte fixado em 4,40 dólares, a atenção dos investidores se desloca para o cinturão agrícola dos Estados Unidos, onde o plantio já atinge 93% da área total. Embora o primeiro relatório de qualidade do USDA indique uma safra dentro da normalidade, Vlamir Brandalizze comenta que o mercado futuro já sinaliza uma valorização de até 13% para as posições de 2026, abrindo janelas estratégicas para o produtor.

  • O mercado da soja em "marcha à ré"? Entenda o impacto dos conflitos globais

    03/06/2026 Duração: 06min

    O mercado internacional de commodities inicia a primeira semana de junho em estado de alerta, operando sob a influência direta da escalada de tensões no Oriente Médio e do travamento nas negociações entre Irã e Estados Unidos. No cenário nacional, o setor observa uma comercialização mais lenta em comparação às médias históricas. Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, também comenta as primeiras projeções para a próxima temporada, que indicam um avanço de até 700 mil hectares na área plantada de soja no Brasil.

  • Paracatu Rural - 03-06-26 Completo - T12 Ep 03 - Boa Vista FM

    03/06/2026 Duração: 01h56s

    ● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● O mercado da soja em "marcha à ré"?Entenda o impacto dos conflitos globais● Milho 2026 vs 2027: A janela de oportunidade de13% que o mercado abriu● Trigo no Brasil: Queda na área plantada podeforçar importações mais caras● Arroz no precinho: Por que o pacote de 5kg estámais barato que 1kg de tomate● Fim do topo? Entenda por que as cotações dofeijão começaram a "patinar"● Tem as últimas do mercado do boi com MoacirNaves● Trump anuncia novo tarifaço; como o agro seráafetado?Apresentação Francys de Oliveira

  • O fim do feijão empacotado? Porque o setor precisa focar no "Pronto para Consumir".

    02/06/2026 Duração: 05min

    O futuro do consumo de feijão no Brasil passa obrigatoriamente pela inovação e pela praticidade, superando o modelo tradicional do grão empacotado para atender a um consumidor que prioriza o tempo. Durante o Congresso Nacional do Feijão (CONAFE), especialistas da UFMG e do setor privado alertaram que a sobrevivência da cultura depende da migração para produtos prontos para o consumo, como as embalagens pouch, que preservam a qualidade sem aditivos químicos. Para que essa mudança ganhe escala e competitividade, Marcelo Lüders, presidente do IBRAFE, comenta que é necessária a inclusão do feijão processado na cesta básica, buscando equiparar o acesso brasileiro a mercados como o norte-americano, onde a praticidade já é uma realidade acessível.

  • Feijão Carioca a R$ 450: É hora de vender ou esperar mais?

    02/06/2026 Duração: 08min

    O mercado de feijão carioca atinge patamares históricos acima dos R$450 a saca, mas o setor acende um alerta: a baixa qualidade da safra paranaense e a retração dos empacotadores sinalizam que o fôlego dos preços pode estar próximo do limite. De acordo com o presidente do IBRAFE, Marcelo Lüders, a recomendação estratégica para o produtor é aproveitar a próxima janela de compras para garantir rentabilidade e minimizar riscos, especialmente com a proximidade da colheita do feijão irrigado em Goiás. 

  • Milho em queda: Preço médio de maio é o menor de 2026, aponta Cepea

    02/06/2026 Duração: 06min

    O mercado brasileiro de milho encerrou o mês de maio com o menor patamar de preços de 2026, acumulando a segunda queda mensal consecutiva e registrando uma média de R$65,06 por saca, segundo dados do Cepea. Em contrapartida, o agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto,  comenta que as exportações brasileiras seguem em ritmo acelerado, com um crescimento de 18,6% no acumulado do ano em comparação a 2025, evidenciando uma forte demanda externa que contrasta com a retração interna.

  • Milho: A pressão da segunda safra e o que esperar dos preços em junho.

    02/06/2026 Duração: 06min

    O mercado de milho encerra o mês de maio sob pressão da proximidade da segunda safra, estimada em mais de 99 milhões de toneladas, o que tem levado os preços a operarem em queda nas principais praças brasileiras. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, destaca que, enquanto os consumidores aguardam patamares mais baixos para realizar compras, o cenário é agravado pela valorização do câmbio e pelo clima favorável no cinturão produtor dos Estados Unidos, que mantém a Bolsa de Chicago em baixa. 

  • Algodão em Alta? Consultoria internacional eleva estimativa de consumo mundial.

    02/06/2026 Duração: 05min

    O mercado mundial de algodão projeta um cenário de maior liquidez e potencial valorização após a consultoria inglesa Cotlook elevar as estimativas de consumo global. Enquanto o Brasil consolida sua liderança como principal fornecedor da China, respondendo por quase 60% das importações de pluma do gigante asiático, os produtores mineiros aceleram os preparativos para a colheita que se inicia em junho. Lício Pena, diretor-executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), comenta que o objetivo em Minas Gerais é estratégico: aproveitar as cotações internas atuais antes que o reflexo das recentes quedas na Bolsa de Nova York atinja os preços locais.

  • Queda nos preços estimula demanda na Ásia: Oportunidade para o algodão brasileiro?

    02/06/2026 Duração: 08min

    A expectativa de abertura do mercado indiano com a possível retirada de tarifas e o reaquecimento da demanda na Ásia surgem como um contraponto estratégico diante do cenário de baixa no setor algodoeiro. Enquanto o Brasil se destaca no suprimento das importações chinesas, o mercado global monitora o avanço do plantio nos Estados Unidos, onde a melhora do clima no Texas reduziu os prêmios de risco. Lício Pena, diretor-executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), explica que esse conjunto de fatores explica a forte correção na Bolsa de Nova York, que encerrou sua trajetória de alta com recuos expressivos nos contratos de julho e dezembro.

  • El Niño e Geadas vão castigar a produção de café no inverno?

    02/06/2026 Duração: 05min

    Com embarques limitados e a previsão de apenas 3 milhões de sacas para maio, o setor cafeeiro volta suas atenções para os riscos climáticos do El Niño, que ameaça trazer extremos de frio e secas para as próximas floradas. O cenário global revela contrastes: O economista Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, comenta que o café Conilon sustenta alta em Londres mesmo diante da volatilidade internacional, ao contrário do Arábica, que enfrenta quedas de 3% em Nova York com o avanço da colheita, que já atinge 15% das lavouras neste início de outono.

  • Paracatu Rural - 02-06-26 Completo - T12 Ep 02 - Boa Vista FM

    02/06/2026 Duração: 01h02min

    ● Prosa do dia – você sabe o que é o virecarranca? prosa com Tobias Vieira, presidente do CBH Paracatu e Urucuia● Câmara aprova mudanças no seguro rural, com usode recursos do orçamento para cobrir prejuízos do produtor● Projeto de Lei prevê porte de armas a oficiaisde justiça e fiscais agropecuários● Limite de faturamento de MEI’s pode ser alterado● Petrobras aplica desconto de R$ 0,35 na venda dodiesel● Ácaro-da-falsa-ferrugem: manejo e orientaçãopara o citricultorApresentação Francys de Oliveira

  • Paracatu Rural - 01-06-26 Completo - T12 ep 01 - Boa Vista FM

    02/06/2026 Duração: 01h02min

    ● El Niño e Geadas: O clima vai castigar aprodução de café no inverno? - Haroldo Bonfá analisa● Queda nos preços estimula demanda na Ásia:Oportunidade para o algodão brasileiro? - Lício Pena responde● Milho: A pressão da segunda safra e o queesperar dos preços em junho - acompanhe o comentário de Joãozinho Grafista● Feijão Carioca a R$ 450: É hora de vender ouesperar mais? - Marcelo Lüders comentaApresentação Francys de Oliveira

  • Projeto de incentivo ao setor de fertilizantes volta ao Senado

    01/06/2026 Duração: 04min

    O projeto de lei que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), e destina até R$7,5 bilhões em subsídios para o setor, foi aprovado na Câmara na forma de um texto alternativo (PL 699/2023). Agora o Senado votará as modificações feitas pelos deputados no projeto. De autoria do senador Laércio Oliveira (Progressistas-Sergipe), o programa se destina a promover a construção de novas fábricas de fertilizantes no Brasil ou a expansão e modernização das atuais, com isenção de tributos federais.Pedro Pincer tem as informações direto da Rádio Senado.

  • Boi Gordo a R$ 350? Mercado paulista enrosca e exportação bate 230 mil toneladas

    01/06/2026 Duração: 04min

    O agronegócio brasileiro encerra o mês de maio consolidando um desempenho histórico no setor de proteínas animais, com recordes absolutos de exportação para carne bovina, suína e de frango. Enquanto o mercado do boi gordo testa resistências na casa dos R$350 a arroba em São Paulo, impulsionado por embarques que já superam as 230 mil toneladas mensais, os setores de frango e suíno também aceleram, registrando crescimentos de até 12% no acumulado do ano. Vlamir Brandalizze destaca que esse cenário garante a entrada de bilhões de dólares em divisas, mesmo diante de um consumo interno que ainda busca equilíbrio frente aos preços internacionais.

  • Nova ameaça: geada pode atingir feijão no PR e SP

    01/06/2026 Duração: 04min

    O mercado do feijão atinge um ponto de inflexão, onde os preços elevados começam a enfrentar a resistência direta do consumidor na gôndola. Com o quilo do feijão competindo diretamente com o preço do frango e dos ovos, o varejo sinaliza uma 'patinada' nas vendas, forçando uma acomodação nas cotações tanto do carioca quanto do feijão preto. Entretanto, Vlamir Brandalizze alerta que este não é um cenário de despencada. A oferta restrita e a previsão de uma nova massa de ar polar, com potencial de geadas nas regiões Sul e Sudeste na primeira quinzena de junho, mantém o setor em alerta máximo.

  • Arroz mais barato que tomate: Produtores sinalizam saída do setor e queda na área plantada

    01/06/2026 Duração: 05min

    O mercado brasileiro de arroz encerra o mês de maio em um cenário de 'marcha lenta' e fragilidade, marcado pelo descompasso entre o escoamento recorde para o exterior e a estagnação dos preços internos. O produtor nacional enfrenta uma pressão de baixa nas gôndolas, onde o pacote de 5 kg chega a ser comercializado por valores inferiores a um quilo de tomate. Esse achatamento das margens, somado aos juros elevados e à falta de caixa das indústrias para formação de estoques, gera um desânimo generalizado no setor. Vlamir Brandalizze projeta queda na área plantada e a saída de produtores tradicionais do segmento para a próxima temporada.

  • Pão e macarrão mais caros? O cenário preocupante para o Trigo em 2027

    01/06/2026 Duração: 05min

    O ciclo do trigo no Brasil começa sob um cenário de forte valorização externa e incertezas climáticas globais. Com o plantio avançando no Paraná e no Rio Grande do Sul, o setor observa com atenção o comprometimento crítico da safra americana e a evolução irregular das lavouras na Rússia. Essa combinação de oferta global restrita com a redução da área plantada em solo brasileiro projeta um 2027 de desafios. Vlamir Brandalizze destaca que o Brasil pode se consolidar como um dos maiores importadores mundiais, adquirindo trigo mais caro em dólar, o que deve pressionar os custos industriais e o preço final de derivados como pães e massas para o consumidor doméstico.

  • Milho: R$10 de diferença entre o curto e o longo prazo. Hora de se posicionar?

    01/06/2026 Duração: 05min

    O mercado do milho entra em uma fase de expectativa com o início da colheita da safrinha no Mato Grosso. O cenário é de cautela: grandes compradores dos setores de ração e etanol aguardam a entrada do volume colhido, mantendo os preços 'andando de lado' nas principais praças. No entanto, o alerta recai sobre a primeira safra de 2027. Vlamir Brandalizze comenta que os altos custos de produção frente aos preços atuais sinalizam um possível desânimo do produtor e redução de área.

  • Atenção Produtor: Risco logístico de fertilizantes para a nova safra de soja

    01/06/2026 Duração: 07min

    O mercado da soja fecha maio navegando entre a estabilidade técnica em Chicago e o desempenho recorde das exportações brasileiras. Enquanto o plantio nos Estados Unidos avança em ritmo superior à média histórica, no Brasil o cenário é de otimismo produtivo com o setor projetando uma área recorde de mais de 50 milhões de hectares para a próxima safra. Contudo, Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, alerta para gargalos logísticos na entrega de insumos e para a cautela do produtor nacional, que mesmo diante de embarques históricos de grão e farelo, mantém um ritmo de comercialização da safra nova abaixo da média.

  • Alerta climático: chuvas pontuais em SP e MG podem paralisar a colheita de café.

    01/06/2026 Duração: 09min

    O mercado global de café enfrenta um cenário de forte tensão produtiva, pressionado pelo atraso na colheita brasileira devido às chuvas atípicas. As novas projeções da consultoria Datagro e do USDA indicam um possível superávit para a safra 2026/27 após anos de déficit, contrastando com o atual aperto logístico. Diante dessa volatilidade, o mercado físico no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas já reflete as incertezas. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, comenta que esse cenário já motiva uma queda de braço entre as previsões de safra recorde e os desafios climáticos imediatos.

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