Jorge Borges

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
  • Duração: 154:02:06
  • Mais informações

Informações:

Sinopse

Welcome to Jorge Borges, where amazing things happen.

Episódios

  • Quem manda afinal na escola pública? | CNE

    20/05/2026 Duração: 19min

    Há uma pergunta que muitos diretores, professores e técnicos escolares têm feito nos últimos anos, em voz alta ou apenas para si: de quem é, afinal, a escola? A resposta, que pareceria simples há uma década, tornou-se hoje surpreendentemente complexa. Desde 2019, a escola pública portuguesa passou a ter, na prática, dois interlocutores com peso real no seu funcionamento quotidiano — o Ministério da Educação, Ciência e Investigação, que mantém a tutela pedagógica e a contratação de professores, e o município, que passou a gerir o pessoal não docente, as refeições, os transportes, a manutenção dos edifícios e uma parte significativa da ação social escolar.

  • EdTech Baseada em Evidência

    19/05/2026 Duração: 08min

    Onde se analisa a integração da inteligência artificial (IA) e das tecnologias digitais no ensino espanhol, sublinhando que o sucesso educativo depende do propósito pedagógico e não apenas do acesso a dispositivos. A evidência demonstra que a tecnologia é eficaz quando funciona como um complemento à instrução, permitindo a personalização da aprendizagem e reduzindo a sobrecarga administrativa dos docentes. Contudo, o uso excessivo ou sem supervisão pode ser prejudicial, especialmente se substituir o esforço cognitivo do aluno. O documento defende uma implementação gradual, priorizando a formação de professores e a equidade entre centros públicos e privados. Conclui-se que a IA deve ser introduzida com salvaguardas éticas, garantindo que a tecnologia sirva para apoiar as competências humanas fundamentais.

  • IA na Educação: Integração Estratégica e Evidência em Espanha

    19/05/2026 Duração: 28min

    Há uma pergunta que já não se pode adiar: a inteligência artificial melhora mesmo a aprendizagem, ou estamos apenas a trocar entusiasmo tecnológico por resultados concretos? Um relatório publicado em maio de 2026 pelo EsadeEcPol — o centro de política económica da escola de negócios ESADE, com apoio da Google — tenta responder com rigor a essa questão, analisando décadas de evidência sobre as TIC e os primeiros estudos causais disponíveis sobre IA generativa no sistema educativo. Embora centrado em Espanha, as conclusões atravessam fronteiras e falam directamente à realidade das escolas portuguesas, dos professores sobrecarregados e dos alunos que chegam cada vez mais diferentes às salas de aula.

  • A explosão universitária esconde uma crise profunda

    18/05/2026 Duração: 18min

    Sobre o relatório inaugural da UNESCO, publicado em 2026, e queexamina as tendências globais do ensino superior num contexto de rápida mudança tecnológica e crescente mobilidade. O documento destaca que, embora as matrículas mundiais tenham duplicado desde 2000, subsistem graves desigualdades regionais no acesso e financiamento, especialmente na África Subsariana. Através de dados do Observatório de Políticas de Educação Superior, a análise aborda temas críticos como a inteligência artificial, a liberdade académica e a inclusão de refugiados. O objetivo central é servir como um guia estratégico para governos e instituições promoverem sistemas educativos mais equitativos e resilientes. Assim, a obra funciona como uma ferramenta essencial para monitorizar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

  • Tendências do ensino superior | UNESCO

    18/05/2026 Duração: 07min

    Sobre o relatório inaugural da UNESCO, publicado em 2026, examina as tendências globais do ensino superior num contexto de rápida mudança tecnológica e crescente mobilidade. O documento destaca que, embora as matrículas mundiais tenham duplicado desde 2000, subsistem graves desigualdades regionais no acesso e financiamento, especialmente na África Subsariana. Através de dados do Observatório de Políticas de Educação Superior, a análise aborda temas críticos como a inteligência artificial, a liberdade académica e a inclusão de refugiados. O objetivo central é servir como um guia estratégico para governos e instituições promoverem sistemas educativos mais equitativos e resilientes. Assim, a obra funciona como uma ferramenta essencial para monitorizar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

  • O mito da transferência de conhecimento

    18/05/2026 Duração: 18min

    Sobre o texto que apresenta a obra de Jorge Steiman, focada na análise das práticas de ensino através de uma didática reflexiva no ensino superior. O autor utiliza a sociologia de Bourdieu para definir a docência como uma prática social moldada por habitus e tradições históricas que influenciam a atuação em sala de aula. A fonte explora a transição entre ser estudante e docente, examinando como mitos e lógicas práticas determinam as decisões pedagógicas. Além disso, a obra destaca a importância da reflexão crítica sobre as experiências de estágio e a formação profissional. O autor integra poesia e teoria para humanizar o estudo dos processos de ensino e aprendizagem. Esta abordagem visa transformar a prática educativa num objeto de investigação e análise constante.

  • Desconstruír a sala de aula

    18/05/2026 Duração: 08min

    Sobre a obra de Jorge Steiman, focada na análise das práticas de ensino através de uma didática reflexiva no ensino superior. O autor utiliza a sociologia de Bourdieu para definir a docência como uma prática social moldada por habitus e tradições históricas que influenciam a atuação em sala de aula. A fonte explora a transição entre ser estudante e docente, examinando como mitos e lógicas práticas determinam as decisões pedagógicas. Além disso, a obra destaca a importância da reflexão crítica sobre as experiências de estágio e a formação profissional. O autor integra poesia e teoria para humanizar o estudo dos processos de ensino e aprendizagem. Esta abordagem visa transformar a prática educativa num objeto de investigação e análise constante.

  • IA na educação | Argentina

    17/05/2026 Duração: 07min

    Há algo de revelador no modo como a Argentina está a lidar com a inteligência artificial nas escolas. Não com hesitação, não com o habitual compasso de espera que tantos países adoptaram enquanto debatiam regulações e orientações. A Argentina decidiu avançar — e fê-lo a uma velocidade que surpreende mesmo quem acompanha de perto as políticas educativas da região.A questão que se impõe, porém, não é apenas a da velocidade. É a da qualidade do que está a ser construído — e de quem fica, inevitavelmente, de fora.

  • A Argentina e a inteligência artificial nas escolas: aposta corajosa ou salto no escuro?

    17/05/2026 Duração: 11min

    Onde se analisa a crescente integração da inteligência artificial no sistema educativo, focando especificamente na implementação desta tecnologia em Buenos Aires. A narrativa destaca a transição da perceção da IA, que deixou de ser vista apenas como uma ameaça para se tornar num recurso essencial para a personalização do ensino. O texto menciona o papel de empresas tecnológicas que comercializam chatbots adaptados para o ambiente escolar, alterando o quotidiano das instituições. Aborda-se também o impacto destas inovações no papel tradicional do docente e o desafio de reduzir as brechas tecnológicas. Por fim, a fonte questiona se este fenómeno representa efetivamente um benefício ou um risco para o futuro da aprendizagem.

  • Plano de segurança escolar | Toolkit Austrália

    17/05/2026 Duração: 07min

    Sobre um conjunto de recursos do eSafety Commissioner oferece um roteiro abrangente para as escolas australianas estabelecerem ambientes digitais seguros. O material inclui uma ferramenta de autoavaliação para que as lideranças escolares identifiquem lacunas na sua gestão de segurança online e diretrizes para a realização de análises de risco antes da adoção de novas tecnologias. Além disso, as fontes fornecem instruções detalhadas sobre a gestão de redes sociais, sublinhando a importância do consentimento parental e da proteção de dados pessoais dos alunos. Os documentos também orientam as instituições sobre como exercer o seu dever de cuidado perante incidentes ocorridos fora do horário escolar, promovendo o bem-estar contínuo dos estudantes. No seu conjunto, estas ferramentas auxiliam na criação de políticas preventivas e em estratégias de resposta eficazes contra o ciberbullying e outros abusos digitais.

  • Segurança digital escolar além da informática | Austrália

    17/05/2026 Duração: 13min

    Sobre um conjunto de recursos do eSafety Commissioner oferece um roteiro abrangente para as escolas australianas estabelecerem ambientes digitais seguros. O material inclui uma ferramenta de autoavaliação para que as lideranças escolares identifiquem lacunas na sua gestão de segurança online e diretrizes para a realização de análises de risco antes da adoção de novas tecnologias. Além disso, as fontes fornecem instruções detalhadas sobre a gestão de redes sociais, sublinhando a importância do consentimento parental e da proteção de dados pessoais dos alunos. Os documentos também orientam as instituições sobre como exercer o seu dever de cuidado perante incidentes ocorridos fora do horário escolar, promovendo o bem-estar contínuo dos estudantes. No seu conjunto, estas ferramentas auxiliam na criação de políticas preventivas e em estratégias de resposta eficazes contra o ciberbullying e outros abusos digitais.

  • A IA não pensa. Processa

    16/05/2026 Duração: 09min

    A empresa Anthropic apresentou recentemente uma funcionalidade denominada "sonhar", que permite aos seus agentes de inteligência artificial analisar dados passados para melhorar o desempenho futuro. No entanto, o artigo da WIRED critica severamente o uso de terminologia humana para descrever processos meramente algorítmicos. O texto argumenta que expressões como "pensar" ou "memória" são táticas de marketing que distorcem a realidade tecnológica e criam uma falsa sensação de consciência. Esta antropomorfização pode levar os utilizadores a confiar excessivamente nas máquinas, ignorando as suas limitações fundamentais. O autor defende que é essencial adotar uma linguagem mais objetiva para evitar julgamentos morais equivocados sobre ferramentas que não possuem vida interior.

  • A farsa da IA que sonha

    16/05/2026 Duração: 09min

    Há poucas semanas, a Anthropic — empresa criadora do assistente de IA Claude — anunciou uma nova funcionalidade chamada dreaming, ou seja, "sonhar". A ideia é que os agentes de IA possam rever sessões anteriores durante os períodos de inatividade, identificar padrões recorrentes e melhorar o seu desempenho de forma autónoma, como se estivessem, precisamente, a sonhar com o trabalho do dia. O anúncio foi feito na conferência Code with Claude, em São Francisco, e rapidamente gerou debate — não tanto pela tecnologia em si, que é genuinamente interessante, mas pela escolha da linguagem.Sonhar. Não processar. Não otimizar. Sonhar.

  • O Estado transformado num supercomputador

    16/05/2026 Duração: 18min

    Há momentos em que um relatório técnico — daqueles que circulam silenciosamente entre funcionários e decisores — merece ser trazido à superfície. O documento publicado em 2026 pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia (JRC, na sigla inglesa) é um desses casos. Chama-se Advancing AI Adoption in EU Public Administrations e, embora o seu título soe a linguagem de gabinete, o que está em jogo toca directamente o quotidiano das escolas, dos professores e, por extensão, dos alunos que ali aprendem a viver num mundo cada vez mais mediado por algoritmos.

  • Europa proíbe redes sociais viciantes para menores

    15/05/2026 Duração: 24min

    Onde se detalha o Regulamento dos Serviços Digitais (RSD) da União Europeia, focando-se especificamente nas normas criadas para proteger menores no mundo digital. O texto identifica perigos comuns, como o ciberbullying e a exposição a conteúdos impróprios, explicando que as plataformas devem agora garantir privacidade e segurança por predefinição. São apresentadas recomendações práticas sobre a verificação de idade, o controlo parental e a necessidade de interfaces transparentes que não manipulem os jovens utilizadores. O guia sublinha que os direitos das crianças, incluindo a liberdade de expressão e a proteção contra a exploração comercial, são a prioridade máxima desta nova legislação. Além disso, destaca o papel da Comissão Europeia na fiscalização destas regras para assegurar um ambiente virtual mais saudável e responsável.

  • Comunidade de Indagação | Filosofia para crianças

    15/05/2026 Duração: 28min

    Há ideias que não envelhecem porque tocam em algo que a escola teima em adiar: ensinar as crianças a pensar, de verdade, em conjunto. Matthew Lipman percebeu isso nos anos setenta do século passado, quando propôs transformar as salas de aula em comunidades de indagação filosófica. O eco dessa proposta continua a reverberar, e um livro publicado em 2026 pela Editorial UPTC, da Colômbia, prova que o debate está longe de encerrado.Comunidad de indagación: génesis, trayectos y perspectivas, coordenado por María Teresa Suárez-Vaca e Óscar Pulido-Cortés, reúne investigadores do Brasil, dos Estados Unidos, da Argentina, do Peru, da Itália e da Colômbia. É uma obra que honra os cem anos do nascimento de Lipman (1922–2010) — mas não o embalsa. Pelo contrário, convida a reconfigurá-lo, a divergir dele, a levá-lo mais longe.

  • Comunidade de indagação

    15/05/2026 Duração: 07min

    Há ideias que não envelhecem porque tocam em algo que a escola teima em adiar: ensinar as crianças a pensar, de verdade, em conjunto. Matthew Lipman percebeu isso nos anos setenta do século passado, quando propôs transformar as salas de aula em comunidades de indagação filosófica. O eco dessa proposta continua a reverberar, e um livro publicado em 2026 pela Editorial UPTC, da Colômbia, prova que o debate está longe de encerrado.Comunidad de indagación: génesis, trayectos y perspectivas, coordenado por María Teresa Suárez-Vaca e Óscar Pulido-Cortés, reúne investigadores do Brasil, dos Estados Unidos, da Argentina, do Peru, da Itália e da Colômbia. É uma obra que honra os cem anos do nascimento de Lipman (1922–2010) — mas não o embalsa. Pelo contrário, convida a reconfigurá-lo, a divergir dele, a levá-lo mais longe.

  • Como controlar a autonomia da IA agêntica | Singapura

    14/05/2026 Duração: 19min

    Existe uma nova geração de sistemas de IA que já não se limita a responder a perguntas. Estes sistemas — designados de IA agêntica — são capazes de planear tarefas em múltiplos passos, tomar decisões ao longo do processo, usar ferramentas externas (pesquisas, ficheiros, bases de dados, aplicações) e executar acções em nome de quem as utiliza. Tudo isto sem que o utilizador tenha de estar presente a cada passo.Em Janeiro de 2026, a Autoridade de Desenvolvimento dos Media e das Infocomunicações de Singapura publicou o Model AI Governance Framework for Agentic AI, um documento de referência internacional que procura estabelecer boas práticas para o desenvolvimento e a utilização responsável destes sistemas. Lê-lo com atenção vale a pena — não apenas para quem trabalha com tecnologia, mas sobretudo para quem trabalha com pessoas. E na escola, trabalha-se sempre com pessoas.

  • Governação de IA Agêntica | Singapura

    14/05/2026 Duração: 07min

    Onde se apresenta uma estrutura de governação para a IA Agente, definida como sistemas capazes de planear e executar tarefas de forma autónoma. O guia detalha os componentes centrais destas tecnologias, como o raciocínio, o uso de ferramentas e a memória, contrastando-as com modelos de IA generativa tradicionais. Para mitigar perigos como ações erróneas ou falhas de segurança, o texto propõe quatro pilares fundamentais: a avaliação prévia de riscos, a garantia de responsabilidade humana, o controlo técnico rigoroso e a educação dos utilizadores finais. Destaca-se a necessidade de estabelecer limites de autoridade e identidades digitais únicas para os agentes, assegurando a rastreabilidade em fluxos de trabalho complexos. Em suma, o modelo visa equilibrar o potencial transformador da autonomia destas máquinas com a manutenção de uma supervisão humana significativa e eficaz.

  • Bibliotecas pagam fortunas por e-books temporários

    14/05/2026 Duração: 18min

    Há uma pergunta que ainda surpreende muita gente, incluindo professores e alunos: sabes que podes requisitar livros digitais e audiolivros de graça, a qualquer hora, sem sair de casa, com o simples cartão da tua biblioteca?Se a resposta for não, não estás sozinho. Mesmo nos países onde o empréstimo digital já existe há anos, a maioria das pessoas desconhece este serviço — ou sabe que existe mas nunca percebeu bem como funciona. Em Portugal, a situação é ainda mais recente: foi apenas a 27 de janeiro de 2025 que a BiblioLED — a Biblioteca Pública de Leitura e Empréstimo Digital — ficou disponível a nível nacional. Valeu a pena a espera: no primeiro ano, a plataforma registou mais de 129 mil empréstimos e ultrapassou os 30 mil utilizadores, através de 481 bibliotecas municipais aderentes.

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