Jorge Borges

O paradigma da IA agêntica

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Sinopse

Onde se analisa a transição tecnológica dos assistentes de IA reativos para os agentes agênticos, sistemas capazes de planear e executar tarefas complexas com elevada autonomia. Os autores distinguem agência, a capacidade de agir, de autonomia, o grau de independência da intervenção humana, alertando para o fosso de fiabilidade onde estas ferramentas ainda falham frequentemente. No contexto educativo e organizacional, destaca-se o risco do sedentarismo cognitivo, que ocorre quando a delegação excessiva de tarefas atrofia as competências de pensamento crítico dos utilizadores. A governação destes sistemas exige novos modelos de responsabilidade e transparência, reforçando que a delegação operacional não isenta o humano das consequências das ações da máquina. Por fim, propõem-se estratégias de literacia digital para que escolas e instituições integrem estas ferramentas sem comprometer a supervisão ética e a integridade pedagógica.