Usabilidoido: Podcast

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
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Sinopse

Posts com comentários, entrevistas e palestras do Usabilidoido em formato de áudio MP3. Os temas costumam ser usabilidade e design. Você pode baixar automaticamente os arquivos de áudio usando um software como o Itunes.

Episódios

  • Design de Interação e Software Livre

    06/04/2006

    Fui convidado de última hora a palestrar junto com meu orientador no Mestrado sobre Design de Interação e Software Livre na VI Seminfo. Apesar de usar software livre sempre que possível e fazer pequenas contribuições para alguns projetos, ainda não tive a oportunidade de participar do desenvolvimento de um Software Livre. Por esse motivo, o título da palestra avisa que se trata de uma visão alienígena. O objetivo era mostrar que o Design de Interação é um assunto interessante a ser consierado durante o desenvolvimento de softwares e que alguns projetos já estão fazendo isso e obtendo grandes benefícios. Também tentei mostrar como o Software Livre pode aprender com projetos comerciais e como projetos comerciais podem aprender com o Software Livre. Design de Interação e Software Livre: uma visão alienígena [MP3] 52 minutos 3MB Veja também os slides da palestra e a discussão com os particip

  • Amigável uma ova! Apropriado?

    06/04/2006

    Durante a VI Seminfo, foi lançado o Projeto Yguá, uma iniciativa para promover a cooperação entre as pesquisas realizadas na UTFPR e a comunidade de Software Livre. Uma das possíveis contribuições é levar uma perspectiva sócio-crítica para o desenvolvimento e uso de Software Livre. Meu orientador no Mestrado, Luiz Ernesto Merkle, que pesquisa Design de Interação, apresentou uma palestra para mostrar que alguns conceitos utilizados pela comunidade de Software Livre estão um tanto obsoletos, apesar de seus ideais de vanguarda. Amigável uma ova! Apropriado? [MP3] 31 minutos 5MB Em seguida ao professor Merkle, eu apresentei a palestra Design de Interação e Software Livre: uma visão alienígena. [ nota ] Depois da apresentação do professor Merkle, encontrei essa tira do Garfield que ilustra bem como tornar o computador amigável é forçar a barra: Comente este post

  • Interfaces extensíveis versus interfaces engessadas

    05/04/2006

    Ao final da minha palestra e da palestra do professor Merkle sobre Design de Interação e Software Livre, rolou uma discussão com os membros da platéia mais interessados no assunto e o tópico foi o dilema da quantidade de opções a oferecer ao usuário. Devemos mostrar tudo o que o software pode fazer ou mostrar apenas aquilo que ele precisa para uma determinada tarefa? Devemos simplificar as interfaces ao máximo? Qual é o impacto social dessa decisão? Interfaces extensíveis versus interfaces engessadas [MP3] 15 minutos 3MBComente este post

  • Contra a cultura de testes de usabilidade

    10/11/2005

    Teste de usabilidade é bom, mas se não fizer parte de um projeto centrado no usuário em todas as fases, não vai adiantar muito. É preciso estar em contato com o usuário desde o início do projeto e cada profissional deve se preocupar com isso. Testar com usuários um produto interativo que foi desenvolvido sem envolver os usuários é pedir pra encontrar problemas demais. Ouça porque: Contra a cultura de testes de usabilidade [MP3] 7 minutos Perguntei na mesa redonda do Dia Mundial da Usabilidade em São Paulo o que os profissionais da usabilidade poderiam fazer para evitar isso (e que não estariam fazendo). Se um cliente pede pra fazer um teste de usabilidade isolado, não se pode dizer que não, mas é preciso explicar que ele não resolve todos os problemas. Se o cliente acompanha os testes também é possível mostrar como seria interessante entrar em contato com o u

  • Cobertura do Intercon 2005

    24/10/2005

    Voltei do Intercon, promovido pelo Imasters em São Paulo, entusiasmado com o interesse dos profissionais pelo lado conceitual de nosso ofício. A maior parte das palestras tratou de estratégias, histórias, negócios, criatividade e ferramentas para criação. Não assisti todas as palestras porque haviam duas salas simultâneas, mas nas que estive presente notei que o público estava de olhos e ouvidos bem abertos para tudo o que os palestrantes falavam. Fizeram perguntas pertinentes e discutiram entre os colegas durante os intervalos. Gravei uma rádio-reportagem sobre o evento com entrevistas com alguns palestrantes e figuras conhecidas como Fabiano Cruz, Mozart Petter, Leandro Ferreira , Marco Gomes, André Bittencourt e outros. Cobertura do Intercon 2005 [MP3] 22 minutos Abaixo segue minhas impressões e opiniões sobre as palestras que assisti. Direção de arte para web, o processo criativo e os diferenci

  • Tablelove: transição suave aos Webstandards

    18/09/2005

    Dois dias antes do 10º Encontro de Webdesign em Curitiba, a organização do evento me convidou para substituir meu amigo Bechara, que teve de ser operado no apêndice. Topei o desafio só porque esse assunto não poderia faltar no evento. É a mudança mais importante no rumo do Webdesign nos últimos anos e o mercado curitibano não poderia ficar de fora. Quando comecei a preparar os slides fiquei pensando como eu iria dizer a 300 profissionais que muito do que sabiam sobre codificação HTML estava errado e que era preciso mudar. Se dissesse para esquercer as tabelas, como prega o discurso Tableless, certamente iria desanimar uns e revoltar outros. Se dissesse que eles precisariam conhecer todas as recomendações do W3C, desanimaria a todos. Inspirado na transição suave proposta por Jeffrey Zeldman, propus o movimento Tablelove. As tabelas quebraram nosso galho por muito tempo enquanto não haviam alter

  • Semiótica e Arquitetura da Informação

    09/09/2005

    Ao final da disciplina Semiótica e Informação que cursei junto com o pessoal da Gestão da Informação, escrevi um aplicando o conhecimento teórico da Semiótica no contexto da Arquitetura da Informação que foi aprovado no evento de iniciação científica da UFPR. Desenvolvi um protocolo de perguntas para ser usado em testes com usuários, visando entender melhor a decisão de clicar num link e não no outro. Dessa forma, é mais fácil encontrar uma solução para um rótulo ou hierarquia confusa. Gosto de pensar com a Semiótica, porque ela permite explorar o que outras áreas não se aventuram por falta de evidências concretas. Para mim, processos mentais não pode ser avaliados em sua totalidade apenas por evidências concretas, apenas pela mera análise do comportamento (Psicologia Behaviourista). É preciso admitir e explo

  • Excesso de realismo deixa o jogo chato

    15/07/2005

    Logo após a palestra sobre desenvolvimento de games que Luciano Augusto da Silva deu no workshop sobre Flash em Curitiba, fiz uma breve entrevista com ele sobre a sua especialidade, o level design. Assim como Andre Poyart disse noutra entrevista, Luciano recomenda que os gráficos criem o máximo possível a sensação de realidade para o jogador. Porém, essa tendência está tornando os games mais parecidos com simuladores do que com jogos. Excesso de realismo deixa o jogo chato [MP3] 4 minutos Transcrição Qual o segredo para jogador se sentir dentro de um cenário de games? Para o jogador se sentir dentro, ele precisa estar dentro de um contexto, dentro da história do game, por isso o game design é tão importante 33" A partir da história que você cria os elementos do cenário. Não depende só de um cenário bonito e de um personagem bonito. 50" Como o c

  • Grande evento de Web no Paraná

    09/06/2005

    Tô no mercado curitibano há quatro anos e ainda não tinha visto nada parecido por estas bandas, sinal de que a coisa tá melhorando. Apesar da divulgação restrita regional, o 1° Web Masters reuniu mais de 200 pessoas por três dias seguidos. O assunto principal foi publicidade online, provavelmente por interesse da organizadora do evento em incentivar a venda de espaço publicitário no seu portal regional. No segundo dia, tivemos a presença de 11 profissionais de mídia online do mercado de São Paulo para debater questões levantadas por Ricardo Almeida (I-group). AlmapBBDO, BuscaPé, Age, Ogilvy, JW Thompson, África, Dez Minutos, RMG, I-bizz, Euro, Chleba, tavam todos lá. Tinha tanta gente no debate que cada um só pode falar um pouquinho e mesmo assim só terminou 1 hora depois do previsto. No intervalo, tive o prazer de conhecer pessoalmente um dos profissionais que me influenciam, o Mi

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