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Ataque à Parada Gay de Berlim expõe despreparo alemão para lidar com o terrorismo

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Sinopse

Três dias após o ataque terrorista que matou uma cidadã polonesa de 65 anos e deixou 29 feridos na Parada Gay de Berlim, começa a vir à tona o perfil detalhado do principal suspeito. Abdul Ballout, de 21 anos, foi morto em confronto com a polícia no domingo (26), 24 horas depois de supostamente ter atropelado os participantes da parada. Ele tinha um histórico de radicalização ao islamismo conhecido da polícia, mas mesmo assim não encontrou dificuldades para planejar e executar o atentado. Gabriel Brust, correspondente da RFI Brasil em Düsseldorf Abdul Ballout era monitorado. Poucas semanas antes do ataque, o Departamento Federal de Polícia Criminal tinha classificado o suspeito como um "indivíduo de alto risco". Havia inclusive uma câmera secreta filmando a entrada da casa dele no bairro de Schöneberg, em Berlim. Isso porque o histórico desfavorável de Abdul Ballout era bastante claro. Em 2020, ainda na adolescência, ele se radicalizou ao frequentar uma mesquita no bairro de Neukölln, em Berlim. Em 2024, a po