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Presidente da Colônia de Pesca Z-33 defende redistribuição de cotas da tainha

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Sinopse

O encerramento da safra da tainha para a modalidade de arrasto de praia tem gerado surpresa e revolta entre pescadores artesanais de Santa Catarina. A decisão foi comunicada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura no último domingo (7), após a cota coletiva atingir 90% do limite autorizado para a temporada de 2026. A medida, de caráter preventivo, está prevista em portaria que estabeleceu um limite máximo de captura de 8.168 toneladas para as regiões Sul e Sudeste do Brasil, volume cerca de 20% superior ao autorizado no ano passado. Mesmo assim, diversas comunidades pesqueiras afirmam que praticamente não tiveram oportunidade de capturar o pescado. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (9), a presidente da Colônia de Pesca Z-33, que representa pescadores da região de Balneário Rincão e Jaguaruna, Maria Aparecida Luciano, explicou que a cota coletiva foi definida com base em estudos técnicos voltados à preservação da espécie. No entanto, segundo ela, a distribuição das capturas oc