Cultura

Participação do Brasil na seleção de Cannes é discreta, mas expressiva no Mercado do Filme

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Sinopse

Até o próximo dia 23 de maio, as atenções dos cinéfilos do mundo todo se voltam para o Festival de Cinema de Cannes. A participação do Brasil neste ano é bem mais discreta do que em anos anteriores. Nenhum longa brasileiro foi selecionado, mas o curta Laser-Gato, de Lucas Acher, representa o país na mostra La Cinef. Adriana Brandão, enviada especial a Cannes O Brasil está presente neste ano no Festival de Cannes em quatro coproduções de longas-metragens. Paper Tiger, do veterano diretor americano James Gray, é produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, um dos latino-americanos mais influentes de Hollywood. O thriller, estrelado por Adam Driver e Scarlett Johansson, concorre à Palma de Ouro. Na seleção Um Certo Olhar, voltada ao cinema emergente, o nepalês Elefantes na Névoa também é coproduzido pelo Brasil, assim como Seis Meses no Prédio Rosa e Azul, do diretor mexicano Bruno Santamaría Razo, que integra a mostra paralela Semana da Crítica. O ator Selton Mello estará nas telas de Cannes como protagonista de