Cultura
Pela primeira vez, três mulheres lideram o projeto do Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza
- Autor: Vários
- Narrador: Vários
- Editora: Podcast
- Duração: 0:06:11
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Sinopse
A edição de 2026 da Bienal de Arte de Veneza, que abre ao público neste sábado (9) na cidade italiana, marca um momento inédito para a arte brasileira. Pela primeira vez, três mulheres lideram o projeto do Pavilhão do Brasil. A participação nacional também é marcada pela estreia de uma curadora negra, a baiana Diane Lima, que reúne as artistas Rosana Paulino e Adriana Varejão. Ana Carolina Peliz, da RFI, em Paris A temática da Bienal de Veneza deste ano é In Minor Keys (Em tons menores), concebida pela curadora camaronesa Koyo Kouoh, primeira mulher negra a assumir o posto. A proposta aposta em gestos sutis, afetos, ritmos lentos e atenção ao sensível, inspirando-se na ideia musical dos “tons menores” como espaços de nuance, vulnerabilidade e resistência silenciosa. Nesse sentido, a 61ª edição da Bienal privilegia improvisação, intimidade, memória, cuidado e reparação, abrindo espaço para vozes, histórias e formas de existência que frequentemente permanecem à margem das narrativas hegemônicas. A exposição do