Endörfina Podcast Com Michel Bögli

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
  • Duração: 1023:10:34
  • Mais informações

Informações:

Sinopse

O Endörfina podcast tem como objetivo registrar parte da história do triathlon brasileiro através de relatos dos seus próprios protagonistas. Também quero que seja um meio de promover a discussão sobre os rumos do esporte nacional, seu crescimento e evolução. Que o Endörfina seja um canal para reverberar a voz e opinião também de ciclistas, corredores e nadadores. Atletas e ex-atletas, profissionais e amadores, de pessoas que vivem o esporte, mas acima de tudo, gente interessante movida a endorfina.

Episódios

  • #457 Hedla Lopes

    26/03/2026 Duração: 01h40min

    Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só seria superada muitos anos depois pela própria filha. Em 1975 foi convocada para a seleção brasileira e tornou-se a primeira mulher do Norte e Nordeste a disputar os Jogos Pan-Americanos. Entre 1976 e 1978 integrou a equipe nacional e conquistou três títulos consecutivos na tradicional Travessia do Rio Negro, em Manaus. Em uma dessas edições, em 1978, cruzou a linha de chegada à frente de todos os atletas, inclusive dos homens. Já na ca

  • #456 Gabrielle Lemes

    19/03/2026 Duração: 02h24min

    Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por semana. Foi nesse período que teve contato com o triathlon. Uma parceria do colégio com o projeto Escolinha de Triathlon abriu a oportunidade para conhecer a modalidade. Nas primeiras competições de aquathlon começou a se destacar pela corrida, o que a levou para o triathlon. Estreou em novembro de 2015, participando do primeiro Campeonato Brasileiro Infantil de triathlon e conquistou o vice-campeonato. No ano seguinte tornou-se campeã bra

  • #455 Marco Ripper

    12/03/2026 Duração: 01h57min

    A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar treinos e viveu intensamente o ambiente competitivo das piscinas. Ingressou inicialmente na Engenharia, mas acabou se formando em Educação Física, conciliando estudos, treinos e trabalho. Em 1982, iniciou no triathlon, junto com as primeiras competições da modalidade no Brasil. Seu excelente condicionamento físico fez com que se destacasse rapidamente em um cenário que já se mostrava bastante competitivo. Ainda no primeiro ano, part

  • #454 Fernanda Palma

    05/03/2026 Duração: 02h12min

    Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o handebol, até que chegou a um ponto em que teve de escolher e optou pelo segundo. Em 1998, foi convocada para a seleção brasileira júnior. O início tardio não impediu uma evolução rápida e, dois anos depois, passou a integrar também a seleção adulta. Representou o Club Athletico Paulistano e, posteriormente, passou a defender o Esporte Clube Pinheiros. Integrou a Seleção Brasileira feminina de polo aquático até 2012. Ao longo desse perí

  • #453 Márcia Regina Rios

    26/02/2026 Duração: 02h12min

    Sua infância foi marcada pela música e pelas brincadeiras de rua. Aos cinco anos, começou a estudar música e, depois da escola, participava de corridas de bicicleta com os meninos e nos finais de semana jogava tênis. Em casa, a mãe deixava claro que o estudo vinha antes do lazer, e a disciplina se estabeleceu muito cedo, antes mesmo de ela compreender o que isso significava. Na adolescência, perdeu a mãe e o esporte ganhou mais estrutura. Jogou vôlei pelo Banespa e formou-se em violão clássico. Quando surgiu uma oportunidade no Esporte Clube Pinheiros, migrou para o atletismo. Competiu em provas de velocidade e meio-fundo, passou pelos 200, 400 e 800 metros, integrou revezamentos, disputou competições em nível sul-americano e viveu alguns dos anos mais intensos da sua vida esportiva. A transição para a vida profissional exigiu escolhas práticas. Apesar de cogitar a Educação Física, o contato com um dos maiores nomes do atletismo brasileiro, João do Pulo, mostrou que viver do esporte não parecia promissor naqu

  • #452 Roberto Landwehr

    19/02/2026 Duração: 02h29min

    Filho de um casal de imigrantes romenos, ele nasceu em São Paulo, onde praticou natação e jiu-jitsu. Ainda criança, mudou-se para Brasília, onde conheceu uma cidade descomplicada, que favorecia quem gostava de gastar energia. Praticou judô e andava livremente de bicicleta pela capital. Na adolescência, o esporte ocupava quase todo o espaço disponível. Aos 13 anos de idade, pedalou pela primeira vez os 63 km da Volta ao Lago Paranoá com alguns amigos. A escola seguia em paralelo, mas era extravasando energia que ele encontrava o seu equilíbrio. Na juventude, intensificou sua relação com modalidades como a vela, o mergulho, a pesca subaquática, a musculação e corrida. Atendendo às expectativas dos pais, entrou na faculdade de Economia, até que a mãe da sua namorada à época, percebendo sua paixão pelos esportes, sugeriu que ele mudasse para a Educação Física. Fez sua cabeça e, no dia em que contaria aos pais a sua decisão, sofreu um grave acidente de moto. Fraturas múltiplas, cirurgias, perda temporária de movim

  • #451 Raquel Castanharo

    12/02/2026 Duração: 01h25min

    Ela nasceu em São Paulo, filha única de uma mãe solteira. Ainda criança, foi para o interior, onde viveu com os avós enquanto a mãe ficou na capital trabalhando. Cresceu cercada por mulheres fortes e teve na avó, uma importante referência. Aprendeu cedo que o estudo e o conhecimento seriam o caminho mais sólido para progredir. Na juventude, voltou a São Paulo para cursar Fisioterapia na USP. Logo nos primeiros anos, aproximou-se da biomecânica por meio da iniciação científica. Após a graduação, seguiu para o mestrado na área e começou a atender corredores. Alugou uma pequena sala, mas atendia onde havia demanda: em parques e até em uma pista de atletismo. Sempre primou pela excelência. Era direta, técnica e embasada em evidências científicas e observação. Com o tempo, montou o primeiro consultório. O trabalho cresceu, os casos se multiplicaram, ela casou-se, veio a primeira gravidez e a necessidade de reorganizar a rotina. Manteve o foco na excelência enquanto buscava continuamente ampliar seu conhecimento. E

  • #450 Ricardo Prado

    05/02/2026 Duração: 01h29min

    Ele começou a nadar muito cedo. Seguindo o exemplo dos irmãos mais velhos, com três anos de idade já dava suas primeiras braçadas e, com cinco, começou a brincar de competir. Nos anos seguintes, a natação rapidamente deixou de ser apenas brincadeira e passou a ocupar um espaço central na sua rotina. Muito jovem, já disputava campeonatos nacionais, batia recordes em categorias de base e chamava atenção pela versatilidade nas quatro provas do medley, algo raro mesmo entre atletas mais experientes. Ainda adolescente, foi treinar nos Estados Unidos, e foi lá que conquistou o índice para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos. Em Moscou, em 1980, com apenas 15 anos, tornou-se um dos nadadores mais jovens da história a representar o Brasil em uma Olimpíada. Dois anos depois, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1982, conquistou o título mundial dos 400 metros medley e estabeleceu um recorde mundial da prova, um feito inédito para a natação brasileira até então. Em 1983, foi um dos destaques dos

  • #449 Marcelo Maciel

    29/01/2026 Duração: 02h20min

    Sua ligação com a bicicleta começou cedo em sua vida. Pedalava com os amigos pelas ruas do bairro e viveu a mania do BMX no Brasil. Na escola, jogou voleibol, mas destacou-se mesmo em matemática e física, desenvolvendo interesse por eletrônica e computação. Cursou Engenharia Naval na Escola Politécnica da USP e, nesse período, praticou mergulho livre e autônomo, além de ginástica olímpica recreativa. Iniciou a vida profissional estagiando e depois trabalhando no marketing de multinacionais, ao mesmo tempo em que passou a se aventurar no mountain bike, que dava seus primeiros passos no Brasil. A partir do início dos anos 1990, passou a se envolver de forma mais intensa com a bicicleta. Com Daniel Aliperti, um amigo de infância, fundou a loja Pedal Power, que logo se tornou referência no mercado. Algum tempo depois, deu início à importação de marcas icônicas do segmento, como Ritchey, Santa Cruz e Rocky Mountain. Profissionalmente e pessoalmente, sua ligação com a bicicleta só aumentava. Abriu uma loja em Campo

  • #448 Harry Thomas Júnior

    22/01/2026 Duração: 02h10min

    Ele foi um xadrezista prodígio. Dos 5 aos 10 anos de idade, aprendeu a dar xeque-mate em seu professor. Seu pai, jornalista, fez carreira na Editora Abril, e sua mãe, formada na primeira turma do curso superior de Turismo, trabalhava na Secretaria de Esportes e Turismo do Estado de São Paulo. Por isso, ele cresceu frequentando os diversos eventos esportivos realizados no Ginásio do Ibirapuera. De lutas de boxe ao Mundial de Ginástica, dos shows dos Globetrotters às partidas das seleções nacionais de vôlei e basquete. Viu também de perto o Campeonato Pan-Americano de Ciclismo realizado na USP. A bicicleta teve um espaço importante em sua infância, como um meio libertador de locomoção. Os esportes com bola nunca foram seu forte, mas foi na educação física escolar que ele teve o primeiro contato com a corrida. Quando tinha 15 anos de idade, um mergulho na piscina perfurou seu tímpano, iniciando um processo de perda da audição. Aos 20 anos, começou a correr esporadicamente, ao mesmo tempo em que trabalhava. Quase

  • #447 Rivaldo Martins

    15/01/2026 Duração: 02h41min

    Ele e seus dois irmãos cresceram em uma casa comandada pela mãe. Seu pai, comerciante, foi também um ciclista competitivo. Ele começou a praticar natação aos oito anos de idade, mas pouco tempo depois, migrou para o polo aquático. Aos 18 anos mudou para Brasília para cursar a universidade. Em 1984, presenciou um acontecimento que mudaria seu caminho, quando assistiu à primeira prova de triathlon realizada na capital. No dia seguinte começou a treinar e, cinco meses depois, já completava seu primeiro triathlon. Em um ano já havia conquistado o título de Campeão Brasiliense e ocupava o quinto lugar do ranking nacional, mas um outro acontecimento mudaria de forma definitiva a sua vida. Em uma viagem com destino a Salvador, o ônibus em que viajava colidiu com um caminhão e como consequência do grave acidente, ele teve a perna esquerda amputada abaixo do joelho. Coincidências da vida, semanas antes ele havia assistido a uma fita VHS do campeonato mundial de Ironman no Havaí de 1985 que mostrou o americano Pat Gris

  • #446 Anamélia Tannus

    08/01/2026 Duração: 02h01min

    O esporte esteve presente desde cedo em sua vida. Ainda na adolescência, participou intensamente das atividades escolares, onde demonstrou grande aptidão esportiva. Praticou handebol, ginástica olímpica e vôlei, integrando a seleção de base de um clube local e competindo em campeonatos estaduais. Com a entrada na universidade e, logo depois, a maternidade, o esporte ficou em segundo plano. Aos 25 anos, já era mãe de três filhos e viveu, até o início dos 40, um período dedicado à família e à carreira. A corrida passou a fazer parte de sua rotina em 2003, inicialmente acompanhando o marido em suas participações em provas de rua. Aos poucos, começou a correr e foi aumentando o envolvimento com a modalidade, até a estreia em maratonas, que aconteceu em 2008, na Maratona de Paris. A partir daí, a corrida ocupou um papel central em sua vida. O casal passou a viajar com frequência para competir, dentro e fora do Brasil, acumulando maratonas e ultramaratonas ao redor do mundo. Em 2018, tornaram-se o primeiro casal br

  • #445 Paulo Puccinelli

    01/01/2026 Duração: 01h48min

    Ele nasceu em São Paulo e, aos dois anos, mudou-se com a família para Bebedouro, onde passou a infância. Começou a nadar aos quatro anos e, ainda criança, participou das primeiras competições. Em 1999 venceu uma etapa regional do Troféu Gustavo Borges, resultado que marcou seus anos na natação competitiva. Aos quatorze anos convenceu a mãe a deixá-lo mudar-se sozinho para Ribeirão Preto em busca do sonho olímpico. Alguns anos depois percebeu que seu futuro não seria nas piscinas e decidiu focar nos estudos para o vestibular. Ingressou na faculdade de medicina da USP de Ribeirão Preto, nadou pouco, mas praticou handebol e futebol. Após um ano sabático em Londres, onde trabalhou como bike courier, voltou ao Brasil, concluiu a faculdade e foi aprovado na residência de oftalmologia. Voltou a nadar e conheceu uma triatleta que despertou nele o interesse pela modalidade. Quando finalmente pôde comprar uma bicicleta, passou a treinar para o triathlon e estreou em 2013, em Pirassununga. No ano seguinte completou sua

  • #444 Iazaldir Feitoza

    25/12/2025 Duração: 02h38min

    Ele nasceu e cresceu em São Conrado, entre a praia e a montanha. Favorecido por essa geografia, aproveitava ao máximo seus dias entre o futebol de areia, o futevôlei, o surfe e as trilhas da Floresta da Tijuca. Desenvolveu desde cedo uma ligação natural com o esporte e com a vida ao ar livre. Jogou futebol nos times de base do Botafogo, intercalando com a corrida. Ainda adolescente, ingressou no atletismo pela Universidade Gama Filho e, aos 18 anos, já conciliava os treinos com o serviço militar. Seguiu o caminho natural, passando por todas as categorias do atletismo. Quando deixou o Exército, especializou-se nas distâncias de 5 e 10 mil metros, onde chegou ao seu limite. Foi aconselhado pelo seu então técnico a voltar a se dedicar aos estudos e a pensar em uma alternativa de carreira. Ele acatou o conselho e enquanto concluía sua formação, migrou para as corridas de rua. Formado, encontrou um novo horizonte quando foi incentivado pelo amigo e lenda do triathlon brasileiro, Alexandre Ribeiro, a participar d

  • #443 Paula Zamboni

    18/12/2025 Duração: 01h55min

    Ela nasceu e cresceu no interior de Minas Gerais. Viveu uma infância simples, onde os valores familiares e o exemplo dos pais formaram o seu caráter. Praticou balé, jazz e sapateado. Então, com 13 anos de idade, ao sair da escola, foi vítima de um sequestro que terminou dezessete agonizantes dias depois, um trauma que a transformaria para sempre. Seguiu com a vida de adolescente, aprendeu a lutar jiu-jítsu e, aos 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro para concluir os estudos. Foi um período de mudanças e pouca atividade física. Ao entrar na faculdade, decidiu que era hora de voltar a se movimentar e passou a frequentar uma academia, onde descobriu o spinning. Em seguida, vieram as aulas de corrida, até que um professor a convidou para experimentar o triathlon. Precisaria nadar, algo que só havia experimentado na infância devido à bronquite severa. Iniciou os treinos em 2005 e desde a sua estreia, a paixão pela modalidade só aumentou. Trabalhou no mercado corporativo, casou-se e teve dois filhos enquanto lev

  • #442 Poliana Okimoto

    11/12/2025 Duração: 02h01min

    Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Espor

  • #441 André Sanches

    04/12/2025 Duração: 02h06min

    Filho de um fotógrafo windsurfista e uma empresária, ele começou a praticar artes marciais aos 5 anos de idade. Aos 10, descobriu a escalada e, aos 12, começou a se aventurar no mountain bike. Aos 16 anos, mudou-se para o Alasca, onde concluiu o ensino médio e acumulou uma boa experiência em esportes de neve. Foi na San Diego State University, durante o curso de International Business, que ele encontrou seu caminho sobre as duas rodas. Integrou a equipe de ciclismo da universidade, participou de provas de triathlon e de mountain bike XC, até encontrar sua verdadeira paixão: o downhill. Na modalidade, competiu nos EUA, Canadá e Europa. Enquanto levava as trilhas a sério, dava os primeiros passos na sua carreira no marketing esportivo e trabalhou para marcas famosas como Reef e Oakley. De volta ao Brasil, passou pela Pepsico e Billabong antes de ingressar para o time da Red Bull, onde prospectou e gerenciou mais de 50 atletas de elite, como Henrique Avancini, Neymar, Pedro Scooby e Carlos Burle. Após quatro ano

  • #440 Micaela Lopez

    27/11/2025 Duração: 01h21min

    Ela é filha de uma nadadora apaixonada pelo mar e um pai lutador de boxe. Criada nesse ambiente ela adquiriu o gosto pelo movimento e a natureza. Aos 6 anos de idade começou a correr pela equipe da escola e desde então, seu amor pelos esportes a levou a explorar e se destacar em diversas disciplinas. A curiosidade aliada à coragem de se testar, o espírito competitivo aliado a uma mente focada desde pequena, participou de várias competições nacionais e internacionais, com diversas conquistas ao longo do caminho. Corridas em trilha, corridas de aventura e provas de ciclismo. Explorando a natureza da cidade natal de seu pai, um espanhol da Galícia, ela se apaixonou pelas trilhas e montanhas. Há quem encontre na natureza um refúgio. Outros, um espelho. No caso dela, talvez seja um chamado, uma força que a impulsiona desde cedo a buscar através do desconhecido, a conexão consigo mesma. Com o tempo, o amor pelas montanhas se tornou estilo de vida. Já são vinte e cinco anos caminhando, correndo, velejando e escaland

  • #439 Roberto Nitrini

    20/11/2025 Duração: 02h28min

    Desde pequeno, ele foi incentivado à prática esportiva. Frequentou a escola de esportes do CEPEUSP, nadou, andou de skate e de BMX. Aos nove anos, ingressou no futebol de salão, mas foi no basquete, aos 14, que encontrou sua primeira paixão esportiva. Com o pai, jogava no quintal de casa e, com ele, treinava os fundamentos da modalidade. Jogou na escola, em clubes, e seguiu firme até que chegou o vestibular. No pouco tempo que tinha livre, por praticidade, começou a correr — e foi já na faculdade, cursando Medicina Veterinária na USP, que conheceu o triathlon. Desde então, se encantou pela modalidade e pelas amizades que o esporte proporcionou. De lá pra cá, foram mais de duzentas provas pelo país todo, sendo 50 delas na sua distância favorita, o meio Ironman, e cinco participações no Ironman de Florianópolis. Atento observador, curioso e crítico, manteve durante cerca de quatro anos um blog para falar basicamente sobre o triathlon. No início de 2020, lançou o primeiro episódio do podcast Café com Tri, que du

  • #438 Alexandre Ribeiro e Luigi Caputo

    13/11/2025 Duração: 02h08min

    Ele é filho do casal Cristina de Carvalho e José Caputo, portanto, nasceu em meio ao esporte, às competições e à natureza. Sua base esportiva foi formada no Acampamento de Aventura, criado pela mãe, que se tornou uma lenda do triathlon brasileiro e referência nas corridas de aventura e de montanha nos anos 1990 e 2000. Foi ali, em meio à natureza, entre serras, trilhas e rios, que ele cresceu cercado de movimento, aprendendo desde muito jovem o valor do esporte e da vida ao ar livre. Quando criança, praticou natação, judô, jiu-jítsu e surfe. Sonhava ser atleta profissional, talvez um skatista, talvez um mountain biker. Aos 12 anos, participou da sua primeira competição de mountain bike e foi vice-campeão sub-18. Aos 16, venceu sua primeira prova de triathlon, o XTerra em Ilhabela, e depois o XTerra Brasil. Aos poucos, a vontade de explorar seus limites foi ganhando força e, inspirado pelas histórias que sempre ouviu sobre a mãe, passou a se dedicar com mais seriedade aos treinos. Em 2023, repetiu a vitória no

página 1 de 25