Endörfina Podcast Com Michel Bögli

  • Autor: Vários
  • Narrador: Vários
  • Editora: Podcast
  • Duração: 1053:38:35
  • Mais informações

Informações:

Sinopse

O Endörfina podcast tem como objetivo registrar parte da história do triathlon brasileiro através de relatos dos seus próprios protagonistas. Também quero que seja um meio de promover a discussão sobre os rumos do esporte nacional, seu crescimento e evolução. Que o Endörfina seja um canal para reverberar a voz e opinião também de ciclistas, corredores e nadadores. Atletas e ex-atletas, profissionais e amadores, de pessoas que vivem o esporte, mas acima de tudo, gente interessante movida a endorfina.

Episódios

  • #472 Ig Aronovich

    09/07/2026 Duração: 02h19min

    Filho de argentinos, ele nasceu em Buenos Aires mas se mudou para o Rio de Janeiro ainda bebê. Aprendeu a andar de bicicleta bem cedo e nas viagens frequentes a Búzios com a família, costumava remar ou tentava velejar. Sua mãe era antropóloga, historiadora e mantinha um laboratório fotográfico em casa. Ainda criança, assistia às revelações de fotografias em preto e branco e fez suas primeiras fotos durante shows e atividades do dia a dia. Já morando em Sao Paulo, na adolescência passou a fotografar os amigos andando de skate. Sua primeira imagem publicada saiu na revista Yeah Skate. Mais tarde, ingressou no curso de Biologia da USP, mas interrompeu a graduação quando se mudou para os Estados Unidos. Durante os dois anos em que viveu por lá, adquiriu seus primeiros equipamentos profissionais, cobriu o Campeonato Mundial de Balonismo no Novo México, e começou a enviar fotografias para publicações brasileiras. De volta ao Brasil, participou da cobertura do Rock in Rio II. Uma das imagens produzidas durante o eve

  • #471 Fabiana Silva

    02/07/2026 Duração: 01h54min

    Foi na adolescência que ela descobriu os esportes. Mergulhou de cabeça no handebol e no basquete. Durante alguns anos, também se dedicou à dança e chegou a considerar seguir carreira como bailarina. Em 1998, mudou-se para Salvador para cursar a faculdade, afastando-se da vida esportiva. Anos mais tarde, em 2013, o jornalismo a levaria ao Rio de Janeiro, onde os esportes ao ar livre passaram a ocupar mais espaço em sua rotina. Em dezembro de 2020, em plena pandemia, decidiu ingressar no triathlon, mesmo sem saber nadar e praticamente sem experiência sobre uma bicicleta. A estreia aconteceu em 2021, no Capixaba de Ferro. Uma síncope durante o ciclismo, porém, impediu que completasse a prova. Já no ano seguinte, concluiu seu primeiro Ironman 70.3, no Rio de Janeiro. Em 2023, participou do seu primeiro Ironman, em Florianópolis, e conquistou uma vaga para disputar o Mundial no Havaí. Em outubro, viveu alguns dos momentos mais marcantes da sua trajetória esportiva ao alinhar na largada do Campeonato Mundial de Iro

  • #470 Bernardo Fonseca

    25/06/2026 Duração: 02h23min

    Aos 12 anos de idade, ele correu 43 quilômetros. Pouco depois completou sua primeira maratona e, em 1998, fez o primeiro Ironman de Porto Seguro. Depois de mais de uma década dedicada ao triathlon, passou a buscar desafios em ambientes extremos ao redor do mundo. A estreia nas ultramaratonas aconteceu na Antártica. Venceu a Ice Marathon e, no dia seguinte, também ganhou a prova de 100 quilômetros, estabelecendo um recorde. Mais tarde encarou os 250 quilômetros da Marathon des Sables, no deserto do Saara, além de uma ultra no Nepal. Parte dessas experiências acabou registrada em episódios do Planeta Extremo, exibido pela TV Globo. Alguns anos depois ele decidiu se aventurar em expedições de montanha. Subiu o Kilimanjaro, o Aconcágua, o Elbrus, além do Huascarán e do Quitaraju, no Peru e a Pirâmide Cartenz na Indonésia. Em 2018, encarou o Manaslu, no Himalaia. Em 2023 realizou a façanha de escalar o Monte Everest. A expedição aconteceu em uma temporada histórica no Everest, marcada pela letalidade, superlotação

  • #469 Gabriela Ferolla

    18/06/2026 Duração: 01h35min

    Quando criança, o futebol ocupava boa parte do seu tempo e era, de longe, sua maior paixão esportiva. O vôlei também fazia parte da rotina, até que a bicicleta apareceu e rapidamente deixou de ser apenas um momento de diversão com as irmãs e alguns amigos. Em pouco tempo, o mountain bike passou a direcionar seus objetivos e transformar sua vida. Os primeiros resultados vieram cedo. Em 2021, conquistou o título de campeã brasileira de XCO na categoria sub-17. No ano seguinte, recebeu o convite para participar de um estágio de cinco meses na sede da UCI, na Suíça. Ainda em 2022, conquistou a medalha de bronze no Campeonato Brasileiro de XCO. No ano seguinte, o ciclismo voltou a abrir portas. Conquistou uma bolsa de estudos e passou uma temporada competindo na liga universitária americana, conciliando os estudos com as competições. Em 2024, retornou ao Brasil para continuar a graduação, sem perder o foco nas duas rodas. Naquele mesmo ano, conquistou o bronze na Brasil Ride Espinhaço. Os resultados passaram a apa

  • #468 Aline Wolff

    11/06/2026 Duração: 01h59min

    Durante muitos anos, ela observou atletas sendo preparados para suportar pressão, dor, expectativa e cobrança. Mas também viu de perto o outro lado da alta performance: ansiedade, exaustão, medo, excesso de controle e a dificuldade de sustentar resultados sem adoecer no processo. Foi mergulhando nesse universo que construiu sua trajetória profissional. Formada em Educação Física e Psicologia no início dos anos 2000, fez mestrado e doutorado em Psicologia, especializou-se em terapia cognitivo-comportamental e tornou-se diplomada em saúde mental pelo Comitê Olímpico Internacional. Há duas décadas vem atuando no acompanhamento de atletas de alto rendimento e, entre 2014 e 2022, liderou a área de preparação mental do Comitê Olímpico do Brasil, atuando, desde então, como líder das ações de saúde mental do COB. Nos últimos anos, esteve ao lado de atletas que viveram alguns dos momentos mais emblemáticos do esporte brasileiro recente, entre eles a ginasta Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica da história do país

  • #467 Tatiana Debiasi

    04/06/2026 Duração: 02h38min

    Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance  e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Ma

  • #466 Roy Siqueira

    28/05/2026 Duração: 02h13min

    Ele cresceu em um ambiente familiar complexo, marcado por conflitos desde muito cedo. Na infância, encontrou no esporte um espaço de expressão. Entre brincadeiras de rua, futebol e natação, construiu uma relação com o movimento que se tornaria central em sua vida. Na escola, enfrentou dificuldades de aprendizagem, convivendo com o TDAH ainda sem diagnóstico e episódios de bullying. Com esforço e apoio de amigos, concluiu os estudos e decidiu seguir o caminho mais natural: ingressou na Educação Física. Ainda na graduação, iniciou como professor de natação infantil. Quando surgiu a oportunidade, foi trabalhar na Reebok Sports Club, onde construiu uma base sólida na preparação física, evoluindo de estagiário a professor. Nesse período, teve contato com a corrida e, em 2001, participou de sua primeira prova de 10 km. Formou-se em 2002 e, dois anos depois, fundou a Equilíbrio Treinamento, especializada em condicionamento físico. No ano seguinte, estreou no triathlon e, em 2006, completou sua primeira maratona. Nes

  • #465 José Junior

    21/05/2026 Duração: 01h58min

    Ele cresceu longe do esporte por escolha, mas, por insistência da mãe, frequentava o Sport Club Corinthians Paulista, onde jogava bola sem talento e sem entusiasmo. Nunca foi escolhido primeiro, quase sempre ocupava posições secundárias e não se identificou com aquele ambiente. Sua rotina era outra. Jogos eletrônicos, livros e atividades dentro de casa ocupavam o tempo. Formou-se em Tecnologia da Informação e seguiu por esse caminho profissionalmente. O esporte não fazia parte dos planos. A mudança começou anos depois, quando, no horário de almoço, colegas de trabalho saíam para correr. Ele decidiu acompanhá-los e, apesar de, no início, não conseguir correr um quilômetro sequer, voltava no dia seguinte e repetia. O que começou como frustração virou disciplina. O que era limitação virou combustível. Em 2008, passou a treinar sob orientação de Emerson Bisan e, com ele, aprendeu a correr de forma contínua e controlada. Aos poucos, foi aumentando o volume até que decidiu encarar sua primeira maratona. Durante a p

  • #464 Julia Traboulsi

    14/05/2026 Duração: 02h05min

    Ela passou a infância e a adolescência dançando balé clássico, onde permaneceu por 14 anos, até que uma lesão mudou o rumo da sua trajetória. Durante uma viagem, rompeu os ligamentos do joelho enquanto esquiava, iniciando um processo de recuperação que a levaria a novos caminhos. A reabilitação aconteceu na academia, com foco em fortalecimento. Influenciada pelo irmão, passou a frequentar o ambiente com mais regularidade e iniciou na corrida. Em 2018, com a entrada dele no triathlon, veio o incentivo para que experimentasse a modalidade. No início, tentou resistir, mas acabou se dedicando também à natação. A experiência abriu espaço para um novo desafio. Com uma bicicleta emprestada, deu as primeiras pedaladas até ganhar confiança e integrar as três modalidades. Em 2019, estreou em um triathlon em Brasília, na distância short, e, pouco depois, experimentou a distância olímpica. Durante a pandemia, intensificou a rotina de treinos e passou a estabelecer desafios pessoais. Nadou 10 quilômetros no Lago Paranoá e

  • #463 Virgílio de Castilho

    07/05/2026 Duração: 02h06min

    Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento da cobrança o fez perder o interesse na natação. No início da década de 90, mudou-se para a Barra da Tijuca e passou a viver mais próximo ao ambiente de praia. Praticou surfe e jiu-jitsu. Mais tarde, retomou a natação e iniciou a participação em provas de biathlon. Em 1994, estreou no triathlon. Apenas dois anos depois, decidiu competir profissionalmente. Nos anos seguintes, investiu em temporadas de treinamento em Boulder, nos E

  • #462 Rafael e Marineide Rolim

    30/04/2026 Duração: 01h27min

    Ainda muito cedo, antes mesmo de dar os primeiros passos, a água já fazia parte da sua rotina. Com 1 ano e 9 meses, iniciou na piscina como parte de um trabalho de fisioterapia para tratar a hipotonia muscular nas pernas. Aos poucos, com o apoio da hidroterapia, ganhou força e mobilidade, até conseguir andar, quando tinha pouco mais de 2 anos. Iniciou na capoeira aos 3 anos e permaneceu por mais de uma década, trabalhando coordenação motora e ampliando suas possibilidades físicas. Aos 15 anos, deixou a capoeira e fez a transição para a natação. Aos poucos, a relação com a água ganhou outro significado. Em 2023, já nadando pelo Tijuca Tênis Clube, iniciou sua trajetória competitiva na natação paradesportiva. Logo na estreia, nas Paralimpíadas Escolares, etapa regional, conquistou 2 medalhas de ouro. Já na etapa nacional, foram 2 ouros, uma prata e dois bronzes. A partir daí, passou a competir com frequência em campeonatos brasileiros, meetings paralímpicos e Olimpíadas Especiais, acumulando resultados expressi

  • #461 Gianetti Sena Bonfim

    23/04/2026 Duração: 02h13min

    Aos 16 anos e iniciou no atletismo correndo provas de velocidade, meio-fundo e fundo. Ingressou na faculdade de Direito em 1984, continuou correndo e teve o primeiro filho. Já trabalhava como advogada quando veio o segundo filho. Pouco tempo depois, ingressou na marcha atlética. Em poucos anos, alcançou destaque nacional e internacional. Foi sete vezes campeã brasileira no Troféu Brasil de Atletismo e conquistou também diversos títulos da Copa Brasil de Marcha Atlética, com vitórias nas provas de 10 e 20 km. Em 1996, foi campeã ibero-americana e estabeleceu o recorde sul-americano dos 10.000 metros na pista. Também somou pódios em campeonatos sul-americanos e representou o Brasil em Copas do Mundo. O seu envolvimento no projeto social de atletismo criado pelo treinador e depois marido foi gradual, e aos poucos ela iniciou uma transição para a função de treinadora. Com o tempo, passou a atuar diretamente na formação de atletas e integrou delegações brasileiras em campeonatos mundiais, Jogos Pan-Americanos e Jo

  • #460 Giovanna Opipari

    16/04/2026 Duração: 01h49min

    Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao terminar o ensino médio, decidiu encerrar esse ciclo e focar nos estudos. Ingressou na engenharia química pela USP de Lorena, onde encontrou um novo cenário para o esporte. Cercada por montanhas e estradas tranquilas, passou a viver uma rotina intensa ao ar livre, pedalando, explorando trilhas e descobrindo o mountain bike. Frequentou as montanhas da Serra da Mantiqueira, subiu o Pico dos Marins, percorreu a Serra Fina e, em 2018, co

  • #459 Marcos Paulo Reis, Nelson Evêncio e Rodolfo Siqueira

    09/04/2026 Duração: 01h47min

    Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta  todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente, suas pernas viram concreto. Sua mente começa a pregar peças. Cada passada se torna um exercício de tortura. Se você é maratonista, conhece esse momento: o famoso "muro", a marca dos 35km. Mas em Boston, esse trecho ganha um contorno ainda mais temido. Porque ali, entre os km 32 e 33, os corredores encontram não apenas o muro fisiológico, mas também a lendária Heartbreak Hill. São 800 metros de subida com inclinação de 3,3%. Nada assustador, não fosse pelo fat

  • #458 Sérgio Zolino

    02/04/2026 Duração: 01h56min

    Filho de um dos fundadores do Clube Paineiras do Morumby, ele começou no esporte ainda jovem, na natação, antes de migrar para o polo aquático e, entre 1983 e 1989, jogou polo pelo clube. Em 1989, participou do seu primeiro triathlon, marcando o início de um período dedicado à modalidade. Participou do Ironman Brasil em 1992 e, desde então, seu foco passou a ser a participação no Mundial do Havaí. Dois anos depois, largava para a sua estreia em Kona. Em 1995, porém, enfrentou um grave problema de saúde. Foi diagnosticado com uma condição congênita no coração, a comunicação interatrial. Passou por uma cirurgia e, 18 meses depois, voltou a competir e obteve seu melhor resultado no Mundial de Ironman do Havaí de 1996, cruzando a linha de chegada em 9 horas e 31 minutos. Em 1998, competiu em três provas de Ironman, fechando o ciclo com a sua quarta e última participação no Mundial do Havaí. A partir de então, iniciou uma nova fase esportiva, agora nas corridas de aventura. Foram dez anos participando das principa

  • #457 Hedla Lopes

    26/03/2026 Duração: 01h40min

    Aos 11 anos de idade, ela começou a nadar por recomendação médica, para ajudar no tratamento de uma escoliose. O que era para ser apenas terapia virou rotina: treinos de madrugada, disciplina dentro de casa, o incentivo e o acompanhamento rigoroso dos pais, além das primeiras viagens para competir. Os resultados apareceram rapidamente. Entre 1970 e 1971 já era recordista estadual em diversas provas e recebeu o título de melhor atleta infantil do ano. Aos 16 anos, em 1974, estabeleceu o recorde cearense dos 200 metros peito — uma marca que atravessaria mais de três décadas e só seria superada muitos anos depois pela própria filha. Em 1975 foi convocada para a seleção brasileira e tornou-se a primeira mulher do Norte e Nordeste a disputar os Jogos Pan-Americanos. Entre 1976 e 1978 integrou a equipe nacional e conquistou três títulos consecutivos na tradicional Travessia do Rio Negro, em Manaus. Em uma dessas edições, em 1978, cruzou a linha de chegada à frente de todos os atletas, inclusive dos homens. Já na ca

  • #456 Gabrielle Lemes

    19/03/2026 Duração: 02h24min

    Ela iniciou na natação aos 8 anos de idade, mas aos 10 precisou parar pois seus pais não tinham mais como leva-la. Quando soube que o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, inauguraria uma piscina, decidiu prestar o concurso de admissão faltando apenas um mês para a prova. Foi aprovada e, em 2014, voltou a nadar. Treinava duas vezes por semana e ainda tocava saxofone na banda da escola, participava do coral, fazia ginástica, pintura e teatro. Um professor então a incentivou a integrar a equipe de natação do colégio e, pouco tempo depois, já estava treinando seis vezes por semana. Foi nesse período que teve contato com o triathlon. Uma parceria do colégio com o projeto Escolinha de Triathlon abriu a oportunidade para conhecer a modalidade. Nas primeiras competições de aquathlon começou a se destacar pela corrida, o que a levou para o triathlon. Estreou em novembro de 2015, participando do primeiro Campeonato Brasileiro Infantil de triathlon e conquistou o vice-campeonato. No ano seguinte tornou-se campeã bra

  • #455 Marco Ripper

    12/03/2026 Duração: 01h57min

    A casa onde morava foi a segunda da Barra da Tijuca. Cresceu entre a praia e a lagoa. Aprendeu a nadar cedo, foi um dos primeiros a surfar no Quebra-Mar e bateu muita bola na areia. Levou o surfe a sério e viveu no Havaí por um ano, onde disputou competições e realizou um curso de guarda-vidas. Também praticou judô, karatê e jiu-jitsu. Em um teste para ingressar na natação do Fluminense, se envolveu em uma discussão que despertou no treinador da equipe de polo aquático o interesse por ele. Durante mais de dez anos foi jogador, representando também o Flamengo. Chegou a ministrar treinos e viveu intensamente o ambiente competitivo das piscinas. Ingressou inicialmente na Engenharia, mas acabou se formando em Educação Física, conciliando estudos, treinos e trabalho. Em 1982, iniciou no triathlon, junto com as primeiras competições da modalidade no Brasil. Seu excelente condicionamento físico fez com que se destacasse rapidamente em um cenário que já se mostrava bastante competitivo. Ainda no primeiro ano, part

  • #454 Fernanda Palma

    05/03/2026 Duração: 02h12min

    Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o handebol, até que chegou a um ponto em que teve de escolher e optou pelo segundo. Em 1998, foi convocada para a seleção brasileira júnior. O início tardio não impediu uma evolução rápida e, dois anos depois, passou a integrar também a seleção adulta. Representou o Club Athletico Paulistano e, posteriormente, passou a defender o Esporte Clube Pinheiros. Integrou a Seleção Brasileira feminina de polo aquático até 2012. Ao longo desse perí

  • #453 Márcia Regina Rios

    26/02/2026 Duração: 02h12min

    Sua infância foi marcada pela música e pelas brincadeiras de rua. Aos cinco anos, começou a estudar música e, depois da escola, participava de corridas de bicicleta com os meninos e nos finais de semana jogava tênis. Em casa, a mãe deixava claro que o estudo vinha antes do lazer, e a disciplina se estabeleceu muito cedo, antes mesmo de ela compreender o que isso significava. Na adolescência, perdeu a mãe e o esporte ganhou mais estrutura. Jogou vôlei pelo Banespa e formou-se em violão clássico. Quando surgiu uma oportunidade no Esporte Clube Pinheiros, migrou para o atletismo. Competiu em provas de velocidade e meio-fundo, passou pelos 200, 400 e 800 metros, integrou revezamentos, disputou competições em nível sul-americano e viveu alguns dos anos mais intensos da sua vida esportiva. A transição para a vida profissional exigiu escolhas práticas. Apesar de cogitar a Educação Física, o contato com um dos maiores nomes do atletismo brasileiro, João do Pulo, mostrou que viver do esporte não parecia promissor naqu

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